domingo, 16 de setembro de 2018

NUM DESTES DIAS


Num destes dias, um “camarada de armas” (escrita), desafiou-me para não estar tão ausente, na colocação de “postagens” nos blogues e no FB.

Desculpei-me, com o argumento de que são poucas as ocasiões para festejar, comemorar ou felicitar, acontecimentos abrunhenses ou que tenham a ver com a melhoria da qualidade de vida da nossa população.

É claro que o meu padrão de escrita (perdoem-me a presunção, “escrita” é demasiado para quem rabisca uns textos soltos) não se limita à Abrunheira, seja no lugar de baixo ou sul, do meio, de cima ou norte ou até, simplesmente aldeia, como alguns ainda lhe chamam. Só que, considerando a abrangência de “zona” (superior à freguesia e inferior ao concelho), tornou-se cada vez mais difícil para mim, opinar sobre o que quer que seja.

Considerando algumas exceções que não irão além de dez por cento, o que aparece sobre a zona/região ou mesmo sobre Sintra, nos formatos crónicas, postagens, comentários, respostas ou simples textos, nas RS e principalmente no FB, é tudo colorido, ou seja; a primeira motivação é partidária ou preconceituosa.

Não quer dizer que, mesmo carimbados como acabei de referir, os escritos não correspondam à verdade e ao que está certo. De maneira nenhuma, senão era o preconceito ao contrário. Não! Essas opiniões ou críticas são muitas vezes oportunas e corretas, mesmo levando o selo partidário.

O que me chateia solenemente, é que não é essa a regra, antes pelo contrário. A “clubite” e a “partidarite”, manipulam a “verdade” conforme o lado e o “mandato” em questão. O que hoje está errado, poderá estar certo amanhã, se a cor mudar.

Bom, mas voltando à Abrunheira, quem não sabe pode pensar que estou a ser irónico, mas não estou; as carências são tantas e com o poder tão longe, damos por nós a rejubilar de contentamento com a substituição dum, já célebre, poste de madeira por outro de cimento, na Rua do Forno. O serviço ainda não está concluído, mas o de cimento já está colocado, meio caminho andado. O velho, coitado, carregado de cabos elétricos, teve vida longa e vai morrer sem paliativos, mas, para nosso contentamento, já não nos cairá em cima.

Outro motivo de satisfação, foram os Festejos da URCA. Mesmo com os tímpanos avariados, pois o quarto é mesmo aqui ao lado, tenho que reconhecer e capacidade de trabalho dos promotores e diretores da URCA. Obrigado e muitos parabéns!    
   
Silvestre Brandão Félix
16 de setembro 2018

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