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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

LEI DA VIDA QUE FAZ DELA MORTE…


Desde o primeiro ar que respiramos nesta vida nascida, o caminho não tem limites mas sempre tem muitas dificuldades. Quando a caminhada é longa, o normal é que a última parte seja sofrida e penosa até ao fim. Aí, empunhando a gadanha, ferramenta sempre à mão quando sai das trevas, a morte cumpre o seu desígnio.

Muitas passadas pelo Largo do Chafariz, muitas ceifas do Silvestre Velho, muitos dias gastos na labuta dos “plásticos”, muitas vigílias pela utilização da, do João da batata, e a URCA que espreitava nos tempos críticos do quente verão do PREC. A Ti Lurdes caminhou, caminhou… e rendeu-se à lei da vida que faz dela morte. Ti Lurdes do Artur da Maria ferreira. Maria Ferreira, figura de físico pequeno e dobrado sobre si que muitos ajudou a nascer, como eu, no quartinho ao cimo das escadas e o Rio das Sesmarias do outro lado da rua e a Serra, Santa Eufémia e a Pena lá mais acima.

E lá vamos, hoje em São Pedro e amanhã para o Alto da Bonita depositando a matéria solta da Alma que esteja em paz e sossego.

Silvestre Félix